
Os proprietários de postos de combustíveis alvo de uma investigação policial responderão ao processo em liberdade após a fixação de uma fiança estipulada em R$ 162 mil. A determinação permite que os empresários continuem fora da prisão durante todo o período de apuração das denúncias.
A medida foi anunciada pelas autoridades policiais durante uma coletiva de imprensa realizada para detalhar os desdobramentos das diligências. Apesar da apresentação do caso aos veículos de comunicação, os motivos específicos que deram origem às investigações contra os estabelecimentos comerciais ainda não foram divulgados pelas forças de segurança.
O pagamento do valor exigido figura como condição indispensável para conter a decretação da prisão preventiva enquanto os agentes trabalham na coleta de provas, análise de materiais e oitiva de testemunhas para a conclusão do inquérito.
A polícia ressalta, no entanto, que a permanência dos suspeitos em liberdade é provisória. Caso surjam novos elementos conclusivos no decorrer do processo ou ocorra o descumprimento das regras impostas pela Justiça, o benefício poderá ser revogado e a prisão cautelar reavaliada. O desfecho das investigações será encaminhado ao Judiciário assim que o relatório final for concluído.
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