

A defesa de João Munhoz Neto, detido preventivamente esta terça-feira (22) no âmbito das investigações em torno da morte da jovem Isabelle Caracristi, de 22 anos, pronunciou-se contra a medida aplicada pelas autoridades.
Em declarações prestadas aos jornalistas em frente à 2.ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), na cidade de Fortaleza, a advogada Lígia Peixe rejeitou a necessidade do cumprimento do mandado de prisão.
A representante legal reiterou que o seu cliente não se encontrava nas instalações do condomínio no momento em que a estudante perdeu a vida, negando de forma categórica qualquer tipo de envolvimento do investigado no óbito.
Para além de considerar a prisão injustificada, a equipa de defesa contesta firmemente a versão dos factos que tem sido apresentada no decorrer do caso. Argumentam ainda que existe uma tentativa de "fingir um feminicídio" que não corresponde à realidade do sucedido.
O namorado de Isabelle foi recolhido às celas após o avanço das investigações, mas a sua defesa promete continuar a batalhar legalmente contra a medida de privação de liberdade.
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