

O posicionamento público de uma empresária e dentista sobre a conduta e as obrigações digitais de seus colaboradores acendeu um intenso debate nas principais redes sociais. Em um vídeo que circula amplamente nas plataformas digitais, a executiva defende de forma direta e categórica que funcionários que optam por não interagir, curtir ou compartilhar as publicações institucionais da organização em suas respectivas contas pessoais deveriam ser imediatamente desligados do quadro de funcionários.
Para a gestora, o engajamento digital é reflexo direto do compromisso com o time
Identificada como Mariana Almeida, a gestora causou forte repercussão ao questionar a lealdade daqueles que não estendem o apoio profissional para o ecossistema virtual. Em um tom assertivo, a empresária argumentou que recusar interações simples na internet sinaliza um claro desalinhamento com os propósitos centrais do negócio.
"Manda embora! Pode parecer radical o que eu estou falando, mas olha só, presta bem atenção. Eu estou falando daquela pessoa que trabalha com você todos os dias, recebe o salário da sua empresa, cresce junto com a sua empresa, mas faz questão de não apoiar absolutamente nada do que você constrói", disparou Mariana durante a gravação.
Para a líder, pequenos atos digitais do cotidiano — como dar um clique no botão de curtir ou repostar uma imagem promocional na ferramenta de Stories — servem como um termômetro legítimo para medir o verdadeiro engajamento e o compromisso real do trabalhador em relação ao crescimento coletivo do time que integra.
Liderança busca colaboradores que tenham orgulho em defender a marca na internet
Mariana Almeida prosseguiu sua linha de raciocínio enfatizando que o perfil ideal do trabalhador contemporâneo vai além da execução estrita e perfeita das competências técnicas diárias. Segundo ela, as organizações modernas necessitam urgentemente de profissionais que de fato "comprem a ideia" e a filosofia central do modelo de negócio.
A gestora concluiu a sua declaração deixando um alerta rigoroso para outros empreendedores e líderes de equipe sobre os custos invisíveis de manter um colaborador descolado da cultura da empresa. De acordo com a sua visão de mercado, um funcionário que atua de forma desalinhada ou contrária às diretrizes culturais da marca pode custar muito mais caro a longo prazo do que o valor nominal pago em sua folha salarial mensal.
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